Bolsas da China sobem com dados econômicos positivos e esperanças de vacinas



Produção industrial da China acelerou no ritmo mais forte em oito meses em agosto, enquanto as vendas varejistas cresceram pela primeira vez neste ano. Os índices acionários da China fecharam em alta nesta terça-feira (15) uma vez que dados econômicos positivos do país e esperanças de vacina contra o coronavírus aumentavam o sentimento de risco.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,8%, enquanto o índice de Xangai teve alta 0,51%.
A produção industrial da China acelerou no ritmo mais forte em oito meses em agosto, enquanto as vendas varejistas cresceram pela primeira vez neste ano, sugerindo que a recuperação econômica está ganhando ritmo conforme a demanda começa a melhorar da crise do coronavírus.
Por sua vez, o banco central da China injetou 600 bilhões de iuanes (88,13 bilhões de dólares) em empréstimos de médio prazo no sistema bancário para suplementar a liquidez.
“Os dados de hoje de atividade e a injeção de MLF sustentam nossa visão de que Pequim não adotará mais medidas de afrouxamento nem começará a apertar no curto prazo”, escreveu Ting Lu, economista-chefe do Nomura.
O sentimento também ganha a ajuda de notícias de que as vacinas contra o coronavírus que estão sendo desenvolvidas na China podem estar prontas para uso pelo público em geral já em novembro.
Veja as cotações de fechamento das principais bolsas da Ásia:
Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,44%, a 23.454 pontos.
Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,38%, a 24.732 pontos.
Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,51%, a 3.295 pontos.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,80%, a 4.688 pontos.
Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,65%, a 2.443 pontos.
Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,45%, a 12.845 pontos.
Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,13%, a 2.485 pontos.
Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,08%, a 5.894 pontos.
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Source: Globo Economia